A jovem Maria Eduarda Rodrigues, que morreu durante um salto na Ponte do Esqueleto, em Limeira, interior de São Paulo, ainda tinha sinais vitais após a queda, segundo a enfermeira Rayza Dias, que participou do atendimento de primeiros socorros, antes mesmo das equipes de emergência chegarem ao local do ocorrido.
“Ela estava com uma respiração ofegante e com as duas pupilas dilatadas, infelizmente. A pulsação estava bem fraca, mas ela ainda tinha pulsação.” afirmou Dias.
O local que Maria Eduarda caiu é de difícil acesso, uma ribanceira cercada de barro com apenas uma corda para subir e descer da área. Rayza também contou que conseguiu conversar com a vítima durante o atendimento.
“Tenho mania de brincar e falar que ninguém morre no meu plantão. E ainda falei para ela: Duda, ninguém morre no meu plantão, mesmo que eu não estivesse de plantão ali.” disse a enfermeira.
O acidente segue sob investigação da Polícia Civil como homicídio com dolo eventual. Três homens identificados como Luis Felipe Feliciano Egoroff, Vitor de Freitas Gonçalves e Maicon Fernandes Cintra estão presos. Eles atuariam por meio das marcas “Ih Voei” e “Entre Cordas” e tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva.




