O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) denunciou à Justiça um suposto esquema de fraudes em contratos do Instituto de Desenvolvimento Florestal e da Biodiversidade do Pará (Ideflor-Bio), que teria causado prejuízo mínimo de R$ 14,3 milhões aos cofres públicos.
A lista de denunciados inclui o ex-presidente do Ideflor-Bio e ex-deputado federal Nilson Pinto. Também são citados sua esposa, Lena Pinto, e Tatiana Ferreira Rodrigues, ordenadora de despesas do instituto. A denúncia aponta ainda o possível envolvimento de outros suspeitos em movimentações financeiras, como amigas de Lena, que teriam recebido transferências bancárias supostamente relacionadas à lavagem de dinheiro.
A investigação envolve três contratos firmados com a Construtora Duas Marias, referentes a obras no Parque Estadual do Utinga, reformas de imóveis e manutenção predial. Após alterações, os acordos somam cerca de R$ 22 milhões. O MPPA ressalta que o prejuízo estimado pode ser atualizado e aumentar ao longo do processo.





